DIABETES: Tratar e Prevenir


     Também conhecida pelo nome científico diabetes mellitus, é causada por uma disfunção do pâncreas, que deixa de produzir total ou parcialmente a insulina - o hormônio necessário para converter a glicose (substância produzida a partir da ingestão de alimentos - “açúcar”) em energia para o corpo. Como conseqüência, o organismo apresenta menor quantidade de glicose nas células e libera grande parte para o sangue. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), existem cerca de 170 milhões de diabéticos no mundo. No Brasil são aproximadamente 10 milhões, sendo que metade não sabe que tem a doença.

    * Tipos de Diabete:

     Há várias formas de diabete. As mais comuns são as do tipo 1 e 2.

Classificação do Diabetes mellitus:
Tipo 1
Tipo 2
Diabetes Gestacional
Outros tipos específicos
Era anteriormente chamada diabetes insulinodependente ou diabetes juvenil. Desenvolve-se quando o sistema imunológico do corpo destrói as células beta do pâncreas, que produzem a insulina necessária para regular a glicose sanguínea. O paciente necessita tomar insulina.
Era conhecida como diabetes não insulinodependente ou diabetes do adulto. Nesse tipo o organismo ainda produz insulina, mas falha em utilizá-la para converter a glicose em energia. Ocorre normalmente em pessoas com mais de 40 anos. O paciente é tratado, inicialmente, com comprimidos. Com o tempo pode precisar de insulina. Ocorre durante a gestação podendo ou não persistir após o parto. - Defeitos genéticos funcionais da célula beta
- Defeitos genéticos na ação da insulina
- Doenças do pâncreas exógrinas (a parte do pâncreas que não produz insulina)
- Induzida por medicamentos ou produtos químicos
- Infecções
- Formas incomuns de diabetes auto-imune
- Síndromes genéticas


     * “ Eu tenho diabete? ”

     No estágio inicial, a diabete não apresenta sintomas aparentes, por isso a necessidade das pessoas fazerem regularmente exames periódicos, especialmente, se estiverem acima do peso indicado ou apresentarem histórico familiar da doença. Os principais sintomas da doença já instalada são:

     Sede freqüente
     Sensação freqüente de fome
     Perda de peso sem justificativa
     Fraqueza e cansaço físico e mental
     Aumento da freqüência e quantidade de urina
     Problemas de visão

     * Alimentação:

     Muitos pensam que a alimentação é um grande problema para pessoas que apresentam tendência ou que possuem a diabetes. O número de unidades de insulina que se deve usar?, se a glicemia aumentou?, quanto de açúcar/ carboidratos deve-se ingerir?, etc. Essas são perguntas costumeiras. Todavia a alimentação pode ser a grande aliada no combate e prevenção a esta doença. Segue abaixo algumas dicas de alimentação:

     Peixes: ricos em ácidos graxos Ômega- 3 que ajudam no controle da glicemia;
     Cebola: pesquisadores acreditam que a substância ativa, alilpropil, dissulfeto e a alicina podem reduzir a glicose no sangue;
     Canela: de acordo com as últimas pesquisas, ajuda e estimula a atividade da insulina;
     Feijão: leguminosa rica em fibras solúveis que ajudam a reduzir a glicose no sangue;
     Frutas e Verduras: ricos em vitaminas antioxidantes (A, E e C) que protegem as artérias de obstrução pelas gorduras;
     Gérmen de trigo, Nozes, Pimentão, Repolho e Couve: boas fontes de vitamina B6, necessária para o controle da glicemia.

     Também é importante ressaltar que uma alimentação saudável e balanceada acompanhada de exercícios físicos é fundamental, tendo em vista que este comportamento pode reduzir cerca de 50% do risco de desenvolver a doença.

     *Dica de Alimentação:

     Farinha de Maracujá
               
 Em pesquisa feita pela Faculdade de Nutrição da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), foi desenvolvida a Farinha de Maracujá que tem como propriedade o controle da taxa de açúcar no sangue. A casca da fruta, que normalmente é desprezada, foi muito bem aproveitada pela Faculdade de Nutrição da UFRJ. Ela é rica em uma substância chamada pectina, uma fibra solúvel que no nosso organismo forma um gel, dificultando a absorção de carboitrados de uma maneira geral, inclusive da glicose.
               
 Modo de preparação: depois de lavar e retirar toda a polpa e a semente da fruta, a casca é cortada e levada ao forno para torrar. Depois de torrada, a casca de maracujá é triturada e peneirada. Fácil, prático e terapêutico. Utiliza-se a farinha durante as refeições. Deve-se colocar uma ou duas colheres de sobremesa no leite ou no suco e beber.

     *Cuide-se!

A Farmaverde dispõe de uma ampla linha de produtos naturais, dietéticos, chás e Fitoterápicos com ação hipoglicemiante; segue uma lista desses principais Fitoterápicos:

Cajueiro (Anacardium occidentale) Pedra ume caá (Myrcia speciosa)
Jambolão (Syzygium jambolana) Polvilho de Lobeira (Solanun lycocarpus)
Losna (Artemisia absinthium) Stévia (Stevia rebaudiana)
Pata de vaca (Bauhinia forticata) Umbaúba (Cecropia hololeuca)
Pau-ferro (Apulea ferria)  
Pode-se usar na forma simples ou em fórmulas conjugadas. Disponíveis em Extratos Vegetais Secos (cápsulas) e Líquidos (tintura), além de insumos para chás.
Dispomos ainda de uma linha especializada para diabéticos com produtos nacionais e importados de alta qualidade. Venha conferir!

     Visite regularmente seu médico. O especialista mais indicado é o Endocrinologista, mas especialistas como Clinico Geral e Gastroenterologista, também podem solicitar os exames necessários; afinal “é melhor prevenir do que remediar”.

Farmaverde e você esbanjando saúde!

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