Graviola

Nome Cientifico: Annona muricata
Sinonímia: Anona de espinho, jaca de pobre, jaca do Pará, aracatium manso, coração de rainha.
Família: Annonaceae

    A Graviola tem uma rica história de uso em medicina natural. Cientistas de todo o mundo desenvolvem estudos de suas propriedades desde 1940, de onde derivaram muitos compostos bioativos e fitoquímicos. A todas as partes de sua árvore são atribuídas diferentes propriedades e usos: suas folhas são usadas como chá com ação expectorante, no tratamento de diabetes e como sedativo e antiespasmódico; as cascas e as raízes são consideradas sedativas, antiespasmódicas e hipotensivas, podendo ser indicadas, também, no tratamento de artrite, dos problemas do fígado e para aliviar os sintomas da asma, da tosse e da gripe; as sementes têm ação de combate aos parasitas.

   A Graviola também é considerada uma grande aliada no combate a mais de 12 tipos diferentes de câncer. Estudos aprofundados desde 1976, realizados no Instituto de Ciências e Saúde dos Estados Unidos, revelaram propriedades citotóxicas muito ativas contra células cancerígenas devido a alguns componentes naturais que a Graviola produz (acetogenios), os quais possuem atividade antitumoral e pesticida. Nestes estudos revelou-se também que um componente isolado da Graviola possui ação citotóxica e leva à cura do adenocarcinoma do cólon, possuindo função quimioterápica 10000 vezes mais potente que a Adriamicina (droga quimioterápica muito utilizada nestes casos).

   Enfim, cada vez mais são descobertas importantes propriedades fitoquímicas anticancerígenas e antivirais encontradas nesta planta. A partir dos extratos deste poderoso vegetal pretende-se então, proporcionar um tratamento coadjuvante no combate ao câncer, uma vez que um tratamento natural é sempre bem aceito pelo paciente.

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